Seminário Internacional 2022

14 dez 2022 - 15 nov 2022

 

Seminário Internacional "Políticas Públicas, Conhecimento Científico e Participação Cívica das Pessoas Ciganas"

O Observatório das Comunidades Ciganas convida-o/a a participar e a conhecer o programa completo do Seminário Internacional "Políticas Públicas, Conhecimento Científico e Participação Cívica das Pessoas Ciganas", que se realizará na Universidade do Minho, em Braga, nos próximos dias 14 e 15 de dezembro.

Agradece-se que faça a sua inscrição até dia 13 de dezembro às 15h através do seguinte formulário: https://forinq.acm.webhs.org/index.php/813159?lang=pt

Consulte o programa do dia 14 de dezembro aqui e o programa do dia 15 de dezembro aqui.

 

 

 

 

 

 

 

Auditório Multimédia do Instituto de Educação, Universidade do Minho, Braga, Portugal

ObCig Fact Sheets


Sobre o ObCig

O Governo de Portugal, consciente da necessidade de promover a integração das comunidades ciganas, aprovou, em 2013, a Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas (ENICC), Resolução do Conselho de Ministros n.º 25/2013, de 27 de março.

A Estratégia surge, neste contexto, como uma plataforma para o desenvolvimento de uma intervenção alargada e articulada, onde os vários ministérios, municípios, organizações da sociedade civil, academia e comunidades ciganas, entre outros, contribuem ativamente para a concretização dos objetivos traçados.

Face à escassez de estudos e informação relativas às comunidades ciganas, por forma a definir um diagnóstico robusto, a avaliar as dinâmicas e os resultados decorrentes da Estratégia, mas também a produzir um conhecimento aprofundado da temática, a ENICC prevê, no seu Eixo Transversal, Prioridade 2, a criação do “Observatório das Comunidades Ciganas” para promover a realização e edição de estudos sobre as comunidades ciganas.

Assim, o Observatório das Comunidades Ciganas (ObCig) contribui não só para a concretização de algumas das medidas previstas na Estratégia, mas também para a conceção, implementação e avaliação das políticas públicas neste domínio, apresentando-se como um motor de criação de redes de cooperação académicas, científicas e institucionais, bem como do diálogo entre a academia e os decisores políticos.

 

a) Auxiliar na conceção de políticas públicas para a população portuguesa cigana ou residente em Portugal.

b) Promover e realizar investigação em áreas estratégicas visando o conhecimento e a integração da população cigana numa perspetiva de igualdade.

c) Contribuir para a desconstrução de estereótipos, principalmente através da participação em conferências, seminários, workshops e ações de formação.

d) Promover um diálogo construtivo entre a academia e os decisores políticos com vista a potenciar a igualdade de oportunidades e os Direitos Humanos tendo como cerne a população cigana.

e) Dar continuidade à Coleção Olhares, publicando, em edição impressa, investigação científica já realizada (resultados de projetos de investigação, dissertações de mestrado ou teses de doutoramento), com particular interesse para o conhecimento das comunidades ciganas e a decisão política sustentada.

f) Sem prejuízo da criação de outras coleções, criar a Coleção Estudos OBCIG, em edição impressa, com o objetivo de promover a produção de investigação científica temática nas áreas da Estratégia ou afins.

g) Disponibilizar, nomeadamente no sítio do ObCig, investigação realizada e não publicada, como dissertações de mestrado e teses de doutoramento.

h) Promover a edição de brochuras que contribuam para a desconstrução, cientificamente sustentada, de estereótipos.

i) Promover conferências nacionais e internacionais, nomeadamente nos vários eixos da Estratégia Nacional para a integração das comunidades ciganas (ENICC).

j) Estabelecer uma rede de parcerias com Centros de Investigação nacionais e internacionais.

k) Participar em projetos de investigação internacionais que visem aprofundar conhecimento existente ou produzir novo conhecimento sobre a população cigana numa perspetiva comparada.

l) Participar em redes académicas de promoção e divulgação científicas e de políticas sociais.

m) Criar uma rede internacional de parcerias com organizações não governamentais que trabalhem com população cigana e, globalmente, com problemáticas relativas a Direitos Humanos.

n) Criar uma Newsletter de caráter científico e informativo.

o) Participar em congressos, conferências e seminários nacionais e internacionais, divulgando a atividade científica do ObCig e as políticas públicas para a integração da população cigana.

p) Participar em reuniões internacionais de relevância face aos objetivos do ObCig e, globalmente, do ACM.


Boas-vindas

O Observatório das Comunidades Ciganas (ObCig) pretende contribuir para a concretização de algumas das medidas previstas na Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas, designadamente para o reconhecimento social das pessoas, famílias e/ou comunidades ciganas e, consequentemente, para a desconstrução de estereótipos que perpetuam discursos e práticas discriminatórios.

O ObCig colabora com centros de investigação, disponibiliza estudos, financia e publica investigação científica e promove debates, encontros e outras iniciativas de interesse para a sociedade em geral, visando a melhoria das perceções e da qualidade de vida da população cigana.

Neste sentido, a coordenação do Observatório das Comunidades Ciganas pretende o desenvolvimento de um trabalho conjunto que possibilite a construção de um caminho cujos limites sejam a plena humanização das sociedades, lutando contra todas as formas de desigualdade e de discriminação sociais que minam a democracia e tornam frágeis as relações humanas; pugnar por uma sociedade sem ódio ou hierarquias sociais e culturais; por uma sociedade convergente na divergência de opiniões, gostos, normas e diferenças; por uma sociedade onde todos nasçam “livres e iguais em dignidade e em direitos” e no exercício desses direitos; por uma sociedade onde a utopia, enquanto lugar em construção, corporize a luta e a resistência político-cívica de todos/as e cada um/a pelo direito a ter voz como a capacidade de ser escutado em todas as esferas do social; pelo exercício quotidiano de resistência à frustração quando a realidade contraria a vontade de mudança social no sentido da igualdade de estatutos; pelo direito ao exercício de uma cidadania ativa, crítica, emancipatória e humanista; pelo direito a SER HUMANO NO EXERCÍCIO DESSA HUMANIDADE.

É fundamental a convergência de vontades de todas/os, num trabalho conjunto que pretende servir o bem-estar da humanidade em cada sociedade.


Regulamento do ObCig

 

Artigo 1.º

Missão

O Observatório das Comunidades Ciganas (ObCig) é uma unidade informal autónoma no âmbito do Alto Comissariado para as Migrações (ACM) e tem como missão o estudo e o acompanhamento estratégico e científico da população cigana em Portugal e o apoio ao ACM, nomeadamente no que diz respeito à produção de recomendações para a conceção de políticas públicas.

 

Artigo 2.º

Atribuições

A missão do ObCig cumpre-se, designadamente, através das seguintes atribuições:

 

a) Auxiliar na produção de recomendações para a conceção de políticas públicas para a população portuguesa cigana ou residente em Portugal.

 

b) Promover e realizar investigação em áreas estratégicas visando o conhecimento e a integração da população cigana numa perspetiva de igualdade.

 

c) Contribuir para a desconstrução de estereótipos, principalmente através da participação em conferências, seminários, workshops e ações de formação.

 

d) Promover um diálogo construtivo entre a academia e os decisores políticos com vista a potenciar a igualdade de oportunidades e os Direitos Humanos tendo como cerne a população cigana.

 

e) Dar continuidade à Coleção Olhares, publicando, em edição impressa, investigação científica já realizada (resultados de projetos de investigação, dissertações de mestrado ou teses de doutoramento), com particular interesse para o conhecimento das comunidades ciganas e a decisão política sustentada.

 

f) Sem prejuízo da criação de outras coleções, criar a Coleção Estudos OBCIG, em edição impressa, com o objetivo de promover a produção de investigação científica temática nas áreas da Estratégia ou afins.

 

g) Disponibilizar, nomeadamente no sítio do ObCig, investigação realizada e não publicada, como dissertações de mestrado e teses de doutoramento.

 

h) Promover a edição de brochuras que contribuam para a desconstrução, cientificamente sustentada, de estereótipos.

 

i) Promover conferências nacionais e internacionais, nomeadamente nos vários eixos da Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas (ENICC).

 

j) Estabelecer uma rede de parcerias com Centros de Investigação nacionais e internacionais.

 

k) Participar em projetos de investigação internacionais que visem aprofundar conhecimento existente ou produzir novo conhecimento sobre a população cigana numa perspetiva comparada.

 

l) Participar em redes académicas de promoção e divulgação científicas e de políticas sociais.

 

m) Criar uma rede internacional de parcerias com organizações não governamentais que trabalhem com população cigana e, globalmente, com problemáticas relativas a Direitos Humanos.

 

n) Criar uma Newsletter de caráter científico e informativo.

 

o) Participar em congressos, conferências e seminários nacionais e internacionais, divulgando a atividade científica do OBCIG e as políticas públicas para a integração da população cigana.

 

p) Participar em reuniões internacionais de relevância face aos objetivos do ObCig e, globalmente, do ACM.

 

 

Artigo 3.º

Estrutura

1. O ObCig é dirigido por um/a Coordenador/a, com um perfil preferencialmente académico, doutorado/a ou com experiência profissional relevante na área de estudos das comunidades ciganas.

 

2. O/A Coordenador/a é designado/a por despacho do Alto-Comissário por um período de um ano, sucessivamente renovável por idênticos períodos.

 

3. O/A Coordenador/a do ObCig desempenha as suas funções com autonomia científica, sem prejuízo de articulação com o ACM em todas as decisões estratégicas necessárias a uma articulação em consonância com os princípios, valores e políticas do ACM.

 

4. O/A Coordenador/a do ObCig é auxiliado na sua missão por um número não inferior a dois técnicos operacionais, podendo recorrer, para o exercício das suas funções, aos demais departamentos do ACM, nomeadamente ao Núcleo de Apoio às Comunidades Ciganas (NACI), bem como a colaboradores/as externos.

 

Artigo 4.º

Orçamento

1. O ObCig possui um orçamento próprio, integrado no orçamento do ACM.

 

2. A gestão orçamental do ObCig pertence ao ACM.

 

 

Artigo 5.º

Plano de atividades e Relatório

1. A missão e atribuições do ObCig concretizam-se no plano de atividades, a apresentar anualmente pelo/a Coordenador/a do ObCig ao Alto-Comissário, sendo por este aprovado.

 

2. O plano de atividades poderá ser objeto de alterações sempre que se considerar necessário, ficando as mesmas sujeitas à aprovação do/a Coordenador/a do ObCig e homologadas pelo Alto-Comissário.

 

3. A concretização do plano de atividades será plasmada em relatório anual elaborado pelo/a Coordenador/a, a aprovar pelo Alto-Comissário.

 

 

Artigo 6.º

(entrada em vigor)

O presente regulamento entra em vigor na data da sua homologação.

 

 


“Concretizar Co(n)vivências, Vivências Partilhadas” com workshops até novembro

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“Concretizar Co(n)vivências, Vivências Partilhadas” com workshops até novembro
“Sabores Ciganos” na fase final
No âmbito da Iniciativa “Concretizar Co(n)vivências, Vivências Partilhadas”, realiza-se amanhã, pelas 19 horas, no Eco-museu Serra Lousã, o último workshop incluído no tema “Sabores Ciganos”, que tem vindo a decorrer desde o mês de junho, com os objetivos de promover o intercâmbio cultural, bem como o diálogo intercultural entre comunidades, através da partilha de conhecimentos e envolvimento prático na confeção de pratos típicos.
 
“Me Kamav te Khelav” – quero dançar” segue em Agosto
 
Esta ação, promovida pela Associação Concretizar, vai continuar nos meses de Agosto e Setembro, com o workshop “Me Kamav te Khelav” – quero dançar”, em colaboração com a Academia de Bailado da Lousã. A intenção é explorar a influência da dança na cultura cigana.
Até ao final do ano, estão ainda previstos dois workshops, um subordinado ao tema “Músicas Ciganas” (outubro de novembro) e outro sobre “Cultura e História Cigana”(novembro), da responsabilidade de Bruno Gonçalves, Formador do Programa ROMED – Conselho da Europa e Delegado Nacional do Programa ROMED.

Intervenção com comunidades ciganas - Moura acolhe jornada “Interculturalidade e Participação”

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Intervenção com comunidades ciganas - Moura acolhe jornada “Interculturalidade e Participação”
O projeto “Pare, Escute, Olhe”, no âmbito do Programa Cidadania Ativa, vai realizar, no próximo dia 23 de Outubro, em Moura, uma Jornada temática, de trabalho e reflexão, subordinada ao tema “interculturalidade e Participação”. Em foco vai estar a intervenção com comunidades ciganas.
Destaque-se que o Projeto “Pare, Escute e Olhe”, promovido pela Associação para o Desenvolvimento do Concelho de Moura, em parceria com a Rota do Guadiana e o Agrupamento de Escolas de Moura, pretende, através de um conjunto de atividades, sensibilizar a sociedade para o tema da discriminação racial.
 

6.ª Geração do Programa Escolhas (2016-2018) - candidaturas abertas até 30 de novembro

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6.ª Geração do Programa Escolhas (2016-2018) - candidaturas abertas até 30 de novembro

O Despacho normativo n.º 19-A/2015, que aprova o Regulamento do Programa Escolhas, foi publicado dia 12 de outubro (2ª série no Diário da República, Nº199 de 12 de Outubro), definindo os princípios, regras e procedimentos a que deve obedecer a execução da 6ª Geração do Escolhas para o período 2016-2018.

As candidaturas estão abertas até ao próximo dia 30 de novembro.

Mais informações em breve.

O Despacho normativo nº19–A/2015 está disponível em: http://www.programaescolhas.pt/conteudos/noticias/ver-noticia/561b7d3662344/renovacao-do-programa-escolhas-para-uma-6%C2%AA-geracao


Políticas de combate à pobreza e exclusão social em Portugal - UNL acolhe colóquio

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Políticas de combate à pobreza e exclusão social em Portugal - UNL acolhe colóquio
A Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH - UNL) vai acolher, no próximo dia 27 de novembro, das 9 às 17 horas, o colóquio “Políticas de combate à pobreza e exclusão social em Portugal: debates e (re)configurações". Em discussão vão estar os desafios colocados às políticas de combate à pobreza, considerando as transformações sociais, dos últimos 30 anos, na sociedade portuguesa.
A Conselheira Científica do ObCig, Maria José Casa-Nova, da Universidade do Minho, irá participar na conferência subordinada ao tema "Nas bordelines da exclusão social: ciganos, políticas, contextos e processos" e o CESIS - Centro de Estudos para a Intervenção Social - irá assegurar a conferência "Notas sobre as políticas sociais de combate à pobreza e exclusão Social". A não perder.
 
Conheça o programa
Inscreva-se aqui

Viseu - ObCig promove diálogo sobre Comunidades Ciganas

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Viseu - ObCig promove diálogo sobre Comunidades Ciganas
O Observatório das Comunidades Ciganas (ObCig) desenvolveu, dia 2 de dezembro, um grupo focal com o objetivo de promover "novos olhares", a par do conhecimento mútuo, entre pessoas ciganas e instituições locais com responsabilidades sociais. A Escola Superior de Educação, do Instituto Politécnico de Viseu, acolheu a iniciativa.
Esta ação, que teve também o intuito de estimular a "identificação e a partilha de perceções relativas aos obstáculos à integração" das comunidades ciganas deste concelho, sobretudo ao nível da habitação, saúde, educação e emprego, irá incluir, mais uma sessão, a realizar em janeiro, a ser dinamizada por Emília Martins, professora nesta instituição e Conselheira Científica do ObCig.

ACM debate Multiculturalidade - "Diferentes Olhares sobre a Inclusão do Povo Cigano" em Conferência

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ACM debate Multiculturalidade - "Diferentes Olhares sobre a Inclusão do Povo Cigano" em Conferência
O Gabinete de Apoio às Comunidades Ciganas (GACI), do ACM, vai marcar presença no Fórum “Multiculturalidade: Caminhos para a Inclusão”, a realizar dia 20 de janeiro, das 9 às 16h30, no Pequeno Auditório da Casa das Artes, em Vila Nova de Famalicão. 
Organizada pelo Agrupamento de Escolas D. Sancho I, a iniciativa inclui várias conferências subordinadas à temática da inclusão e vai contar com a participação do Coordenador do GACI, Carlos Nobre, na conferência "Diferentes Olhares sobre a Inclusão do Povo Cigano".
Conheça o programa aqui

“Na luta pelos bons lugares. Ciganos, visibilidade social e controvérsias espaciais" - tese selecionada para a Coleção Olhares

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“Na luta pelos bons lugares. Ciganos, visibilidade social e controvérsias espaciais" - tese selecionada para a Coleção Olhares

Na sequência de convite formulado, a 25/11/2015, para apresentação de teses de mestrado/doutoramento e/ou outros Estudos/Projetos na temática das comunidades ciganas, vem este Alto Comissariado anunciar que selecionou a tese de doutoramento com o título “Na luta pelos bons lugares. Ciganos, visibilidade social e controvérsias espaciais”, da autora Alexandra Castro, que será publicada na Coleção Olhares.

 

Edital - Coleção Olhares


Braga - Apresentação do livro “Sina Social Cigana. História, Comunidades, Representações e Instituições”

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Braga - Apresentação do livro “Sina Social Cigana. História, Comunidades, Representações e Instituições”
O Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais, Pólo UMinho, as Edições Colibri e a Livraria 100ª Página vão apresentar, no próximo dia 10 de março, o livro “Sina Social Cigana. História, Comunidades, Representações e Instituições”, da autoria de Manuel Carlos Silva e colaboradores/as. A sessão irá decorrer nas instalações da Livraria 100ª Página, em Braga, às 18h30.
O livro será apresentado por Rosa Cabecinhas, Professora Associada do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho e pelo Professor Carlos Jorge Sousa, Investigador do Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais da Universidade Aberta e Coordenador do Observatório das Comunidades Ciganas.
Manuel Carlos Silva é doutorado pela Universidade de Amesterdão em Ciências Sociais, Culturais e Políticas. Professor Catedrático aposentado e Investigador Integrado no Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais, Polo UMinho, foi Diretor do Centro de Investigação em Ciências Sociais entre 2002 e 2014.
O autor foi já distinguido com o Prémio Sedas Nunes pela obra 'Resistir e Adaptar-se' (1998, Afrontamento) sobre o campesinato, e tem publicado sobre o rural-urbano, desenvolvimento e desigualdades sociais (de classe, étnicas e género). (Co)organizador de Congressos nacionais e internacionais, Manuel Carlos Silva foi também Presidente da Associação Portuguesa de Sociologia entre 2010 e 2012.

1.ª Edição do FAPE em balanço

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1.ª Edição do FAPE em balanço
O Observatório das Comunidades Ciganas (ObCig) promoveu, no dia 17 de março, no auditório do CNAI de Lisboa, do ACM, uma sessão de balanço coletivo da 1.ª edição do Fundo de Apoio à Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas (FAPE - ENICC).
O encontro contou com a presença de representantes dos projetos FAPE dinamizados em 2015, da equipa do ObCig e seus/suas conselheiros/as científicos/as, e da equipa do Gabinete de Apoio às Comunidades Ciganas (GACI), possibilitando a apresentação e o conhecimento dos 11 projetos implementados na 1.ª edição do FAPE, bem como o diálogo e relexão em torno das ações desenvolvidas, procedimentos adotados, resultados alcançados e recomendações futuras.
Os projetos (e as organizações) envolvidas na 1.ª edição do FAPE são: Latchim Sastipen - De Boa Saúde (Letras Nómadas – Associação de Investigação e Dinamização das Comunidades Ciganas), (In)Formar para a Igualdade e para a Cidadania (Maiêutica – Cooperativa de Ensino Superior CRL), Concretizar Co(n)vivências (Associação Concretizar), Integra-te (Plataforma de Animadores Socioeducativos e Culturais), CIGA (Terras Dentro – Associação para o Desenvolvimento Integrado), Comunicação Comunitária para relação com os Media (ADC Moura – Associação para o Desenvolvimento do Concelho de Moura), Cultura Cigana em Movimento (Centro de Apoio Social dos Pais e Amigos da Escola n.º10 - CASPAE 10), Sim! (Lifeshaker – Associação), Entre Linhas (Associação para o Desenvolvimento das Mulheres Ciganas Portuguesas), CONTA MAIS (Centro Social, Cultural e Recreativo Abel Varzim) e SIM! Sensibilizar, Incluir, Mobilizar (Beira Serra – Associação de Desenvolvimento).

“Direitos Humanos pela voz das crianças” Newsletter ObCig de dezembro de 2021

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“Direitos Humanos pela voz das crianças” Newsletter ObCig de dezembro de 2021

O Observatório das Comunidades Ciganas (ObCig) convida-o/a a conhecer o novo número da Newsletter OBCIG (dezembro de 2021) dedicado ao tema “Direitos Humanos pela voz das crianças”. A Newsletter encontra-se disponível aqui


"A Música Portuguesa Cigana" Newsletter de 24 de junho de 2022

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"A Música Portuguesa Cigana" Newsletter de 24 de junho de 2022

Nesta data em que se evoca o Dia Nacional da Pessoa Cigana, o Observatório das Comunidades Ciganas (ObCig) convida-o/a a conhecer o novo número da Newsletter ObCig (24 de junho de 2022) dedicado ao tema “A música portuguesa cigana”. Este número inclui um artigo de Ricardo Pinto, Coordenador da EMARTE – Escola de Música e Arte; uma entrevista ao Coordenador do Projeto A Música Cigana a Gostar Dela Própria, Tiago Pereira; e conta com três testemunhos inéditos de músicos ciganos/as, Diego El Gavi, Érika Santos e Jussara Maia, na secção de Vozes Ciganas. A Newsletter encontra-se disponível aqui.


Página de entrada (Boas-vindas)

Bem-vindo/a,
 
O Observatório das Comunidades Ciganas (ObCig) é uma unidade informal integrada no Alto Comissariado para as Migrações (ACM, I.P.).
Pretendemos contribuir para a concretização de algumas das medidas previstas na Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas, para o reconhecimento social das pessoas, famílias e/ou comunidades ciganas e, consequentemente, para a desconstrução de mitos, representações e estereótipos desqualificantes.
Colaboramos com centros de investigação, disponibilizamos estudos e promovemos debates, encontros e outras iniciativas.
 
Contamos consigo e com a sua colaboração.
 

"ROMA Educa" Newsletter de outubro de 2022

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"ROMA Educa" Newsletter de outubro de 2022

O Observatório das Comunidades Ciganas (ObCig) convida-o/a a conhecer o novo número da Newsletter ObCig (outubro de 2022) dedicado ao tema “ROMA Educa”. Este número inclui um artigo de Pedro Abrantes, Professor na Universidade Aberta e investigador do CIES, ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa; e conta com três testemunhos inéditos de Estudantes ciganos/as no Ensino Secundário, Adonai Cambão, Dionísia Moreno e Sérgio Vicente, na secção de Vozes Ciganas. A Newsletter encontra-se disponível aqui.


Newsletter

Conversas com... Elisabete Brasil, Heloísa Perista e Susana Silveira

20 out 2022

Conversas com...

O Observatório das Comunidades Ciganas (ObCig) organiza a nona sessão de "Conversas com" no dia 20 de outubro de 2022, das 10h30 às 12h30. Esta Conversa será subordinada ao projeto "PATTERN – Prevenir e combater a violência doméstica contra mulheres ciganas", com abertura por Maria José Casa-Nova, Coordenadora do ObCig, a presença de Elisabete Brasil e Heloísa Perista, da equipa do projeto PATTERN, e Susana Silveira, Dirigente da Associação Costume Colossal, e a moderação de Inês Aydin, da equipa do ObCig.

Inscrições até às 17 horas do dia 19 de outubro, através do formulário:

https://forinq.acm.webhs.org/index.php/866451?lang=pt

A ligação para aceder à sessão será enviada por email pelas 17h30 do dia 19 de outubro de 2022.

Consulte o cartaz aqui.

 

 

 

 

 

Formato on-line